Terapia individual online

O que é a terapia individual?

Enquanto que na terapia de casal o foco é a dinâmica entre duas pessoas, com ambas presentes no processo, na terapia individual (que é o meu formato de trabalho) o foco é em como você se relaciona:

  • Seus padrões de apego;
  • Suas crenças sobre vínculo afetivo, e;
  • Os mecanismos que você repete independente de quem é o parceiro.

Quem vem à terapia individual já percebeu que o problema não está só no relacionamento atual, mas em como se posiciona em relacionamentos de forma geral.

É um trabalho que fortalece você primeiro, o que naturalmente reflete em qualquer vínculo, presente ou futuro.

Se você se reconhece nestes padrões, então vamos conversar sobre como a terapia vai ajudar. Fale comigo pelo WhatsApp.

Para quem é indicada?

A terapia individual é indicada especialmente para quem se reconhece em uma ou mais destas situações:

  • Apego ansioso: medo constante de abandono, necessidade de reasseguramento, dificuldade em confiar mesmo sem motivo concreto.
  • Apego evitativo: desconforto com proximidade emocional, tendência a se afastar quando o vínculo se aprofunda, dificuldade em depender de alguém.
  • Dependência emocional: sensação de que o próprio bem-estar depende inteiramente da presença ou aprovação do parceiro.
  • Ciúme excessivo ou desconfiança persistente, mesmo em relacionamentos estáveis.
  • Dificuldade em confiar de novo depois de uma traição, seja como quem foi traído, seja como quem traiu e quer entender o que motivou isso.
  • Padrões repetitivos: perceber que, com parceiros diferentes, os mesmos conflitos e frustrações se repetem.

Como funciona meu processo terapêutico?

Trabalho a partir da terapia cognitiva comportamental, uma abordagem que valoriza as intervenções mais eficazes para cada caso.

Aplicado a relacionamentos, isso significa que não ficamos apenas na teoria sobre por que você repete um padrão.

O objetivo é que você perceba esse padrão se formando na prática (inclusive, muitas vezes, dentro da própria relação terapêutica) e desenvolva, a partir dessa consciência, novas formas de se relacionar.

  1. Sessão inicial (avulsa)
    45–50 minutos. Objetivo: entender sua situação e conhecer minha forma de trabalho, para avaliar juntos se o formato de acompanhamento contínuo é o mais adequado para você.
  2. Mapeamento de padrões
    Identificação dos padrões de apego, crenças sobre vínculo afetivo e mecanismos de defesa que se repetem, mesmo quando o parceiro ou a situação mudam.
  3. Reorganização estruturada
    Trabalho com as crenças limitantes mapeadas, desenvolvimento de comunicação mais funcional e suporte nas decisões difíceis que a vida amorosa apresenta.
  4. Acompanhamento contínuo
    Frequência semanal (4 sessões/mês) ou quinzenal (2/mês), conforme a fase do processo, semanal para maior profundidade, quinzenal para manutenção.
  5. Revisão periódica
    Reavaliação conjunta do formato e do ritmo, ajustando a frequência conforme a evolução do processo.

O que muda com o tempo?

Isso varia de pessoa para pessoa, e qualquer promessa de prazo fixo é imprecisa.

Alguns relatam maior clareza sobre seus próprios padrões já nas primeiras sessões.

Mudanças mais estruturais, que realmente alteram como você se comporta em relacionamentos futuros, costumam exigir um processo de médio a longo prazo, com constância.

Não trabalho com a expectativa de alívio rápido de sintoma, mas de reorganização real do padrão, que é mais lenta, porém mais duradoura.

Quer entender se esse processo é para você neste momento? Vamos conversar.

Minha experiência e credencial

Sou Emilson Lúcio da Silva, psicólogo (CRP 12/11028), especializado em relacionamentos românticos desde 2012. Atendo online, por videochamada, pessoas de qualquer lugar do mundo com conexão estável à internet.

Perguntas frequentes

  • É possível trabalhar dependência emocional e apego ansioso na terapia individual?
    Sim, e é um dos focos centrais do meu trabalho. Dependência emocional e apego ansioso geralmente têm raízes em experiências anteriores, muitas vezes na infância, que moldaram a forma como você aprendeu a buscar segurança afetiva. Na terapia, mapeamos esse padrão: de onde vem, como se manifesta nos seus relacionamentos atuais, e o que muda quando você desenvolve mais autonomia emocional;
  • Terapia ajuda mesmo quando o padrão de ciúme já existe há anos?
    Sim. Padrões antigos costumam ser mais arraigados, mas isso não significa que não possam ser trabalhados, significa que o processo exige mais profundidade do que uma mudança de comportamento superficial. Ciúme crônico geralmente está ligado a inseguranças mais profundas ou a um estilo de apego específico. O trabalho terapêutico não é “parar de sentir ciúme por vontade própria”, é entender a raiz do que gera essa desconfiança.
  • Depois de uma traição, terapia individual ajuda mesmo se o relacionamento continuar?
  • Sim, e atendo tanto quem foi traído quanto quem traiu. Se o relacionamento continua, a terapia ajuda você a processar o que aconteceu, entender os próprios limites e reconstruir confiança, em si mesmo, primeiro, e depois na relação. Se você foi quem traiu, o trabalho envolve entender o que motivou a traição, não como justificativa, mas como caminho para não repetir o padrão.
  • Qual é a diferença entre terapia individual e terapia de casal?
    Na terapia de casal, o foco é a dinâmica entre duas pessoas, com ambas presentes. Na terapia individual, o foco é em como você se relaciona: seus padrões, crenças e mecanismos, independente de quem é o parceiro. É um trabalho voltado para fortalecer você primeiro.

Se você se reconheceu neste texto, o próximo passo é simples: envie uma mensagem pelo WhatsApp e vamos conversar sobre como a terapia vai ajudar no seu caso.